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Caminhoneiros de diversas regiões do Brasil articulam uma paralisação nacional marcada para esta quinta-feira (4 de dezembro de 2025), com foco em reivindicações trabalhistas como remuneração justa, segurança nas rodovias e mudanças no marco regulatório do transporte de cargas. Líderes como Chicão Caminhoneiro, da União Brasileira dos Caminhoneiros, anunciaram o movimento em Brasília, com apoio jurídico do desembargador aposentado Sebastião Coelho, que promete protocolar ação para legalizar a greve e evitar retaliações.
Os organizadores enfatizam que a mobilização não tem caráter partidário, distanciando-se de tentativas anteriores ligadas à prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro, e remetem à greve de 2018, que paralisou o país por 10 dias causando desabastecimento de combustíveis e alimentos.
Reivindicações Principais
- Redução de impostos sobre diesel e frete mínimo garantido.
- Melhor infraestrutura rodoviária e segurança contra assaltos.
- Anistia para dívidas acumuladas e revisão de multas abusivas.
A adesão ainda é incerta, mas pontos de bloqueio em rodovias federais já são esperados; o governo monitora para evitar impactos como em 2018.
