Após saberem do que tinha acontecido populares lincharam a acusada

Via Alagoas

Pequeno Israel vítima de queimaduras provocadas por soda cáustica (Foto: Arquivo pessoal)

Noite de sábado, 11, trágica na cidade de Anadia. Mais precisamente na Travessa Moreira Lima. Segundo informações apuradas com populares daquele município pela redação do site ViaAlagoas são que uma mulher, a princípio identificada como Ana Luíza Caetano da Silva, 40 anos, teria jogado soda cáustica em uma mulher e em seu filho, causando queimaduras graves no corpo da mãe e da criança. Algumas pessoas informaram que a criança teria ingerido um pouco do líquido, acarretando em graves queimaduras na região da boca e garganta. Nas redes sociais é grande a comoção que o caso vem tomando em prol da recuperação do pequeno Israel.

Desse momento em diante, familiares e população, após terem descoberto o que a suspeita teria causado a criança deram início a uma sessão de espancamento, “popular linchamento”.

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O GPM de Anadia foi acionado por volta das 21:00 horas com a informação de que uma mulher havia esfaqueado outra. Sendo esta informação desmentida a posteriori. Os policiais militares ao chegar ao local, constataram outro fato, o de que uma criança teria sofrido queimaduras com hidróxido de sódio (soda cáustica).

A criança teria sido rapidamente socorrida para o hospital da cidade. A suspeita, após a sessão de espancamento também teria dado entrada no hospital, mas não teria resistido as agressões vindo a óbito com suspeitas de uma parada cardiorrespiratória.

A criança por ter graves queimaduras pelo corpo foi transferida para UE, e está neste momento na ALA Vermelha do hospital em Arapiraca. Sua mãe também sofreu várias queimaduras pelo corpo e está recebendo os cuidados necessários.

Ana Luíza Caetano da Silva, 40 anos, acusada foi linchada e morreu durante atendimento (Foto: Arquivo pessoal)

Outras informações sobre a suspeita, são que a mesma seria funcionária da prefeitura municipal de Anadia e trabalhava como vigilante escolar. Há pouco tempo teria terminado uma faculdade e se tornado professora pelo município.

Há também, informações de que a mesma possuía distúrbios psicológicos e era dependente de medicação controlada.

Uma das partes envolvidas, a mãe da criança, teria sido encaminhada para a sede da 6ª DRP para esclarecimento dos fatos.

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