Após incêndios a 53 ônibus em mg, órgãos de segurança monitoram facções

Crédito: Divulgação

Alagoas está em alerta. Tanto a Secretaria de Segurança Pública (SSP) quanto a de Ressocialização e Inclusão Social (Seris), esta última responsável pela administração do sistema prisional, monitoram informações sobre ataques a ônibus e outras ações de violência que possam ser articuladas por facções criminosas com atuação no Estado.

Embora ressalte que os sucessivos ataques em Minas Gerais, onde 53 ônibus foram incendiados desde o domingo, 3, até ontem, são episódios “pontuais”, ou seja, têm origem em questões específicas daquele estado, o secretário de Ressocialização, coronel PM Marcos Sérgio, não fala em ocorrências por aqui.

“Estamos em contato frequente com secretários de outros estados, tanto da área de Ressocialização quanto de Segurança Pública, e não há informações sobre a possibilidade de expansão dessas ações”, afirmou o secretário. Entretanto, o oficial assegura que as autoridades alagoanas estão monitorando informações em todas as áreas de onde possam surgir ações criminosas.

Em Minas Gerais, a Polícia Militar investiga a origem dos ataques e de áudios atribuídos a facções criminosas. O trabalho vem sendo feito pelas inteligências do Sistema Prisional, da Polícia Civil, da própria PM/MG e até da Polícia Federal, que buscam detectar se a ordem para os ataques partiu de integrantes de facções criminosas dentro de presídios mineiros.

A gravidade da situação naquele estado, que registrou ataques a ônibus e locais públicos, como agências bancárias, dos Correios, e prédios municipais, em mais de 20 cidades, mantém os demais estados em situação de alerta. Segundo o G1, portal de notícias da Globo, um áudio atribuído a uma facção criminosa fala sobre ordem para queimar ônibus também no Rio Grande do Norte. Diante dessa informação, a PM mineira investiga a relação entre ataques nos dois estados.

com GAZETA DE ALAGOAS

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